quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Estou de volta
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
Informática na Pós de matemática da FAI
Dias 26, 27 e 28 de agosto, os alunos da pós graduação de matemática e física da FAI tiveram a cadeira Inclusão dos recuros computacionais no ensino-aprendizagem da matemática e da física no ensino básico. São 30 horas. As aulas priorizam a proposta do livro deste conteúdo, editado pelo professor da disciplina. (Roque Jungblut, professor. Aguarde foto)
terça-feira, 30 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
polígonos e diagonais - geogebra e cabri
............................(Leia primeiramente a postagem seguinte)Outra forma de publicar o desenho do polígono: Copiar e colar no programa Showfoto onde poderá ser preparada com limitações (veja não foi cortada a coluna escura, à direita), mas já melhorou pois manteve o texto no lugar original.
Enfim, para postar figuras recomenda-se transformá-las em imagens com extensão .jpeg e/ou png.
A imagem pode ser ampliada aqui na janela de edição da postagem, porém a qualidade é prejudicada consideravelmente.
poligonos diagonais
terça-feira, 19 de maio de 2009
Capacitação SDR Dionísio Cerqueira
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Acabou a Edição do Livro MB-MI
Uma rápida avaliação sobre o conteúdo do livro: Os professores desconhecem métodos, procedimentos e possibilidades de incluir o computador nas aulas de matemática e de física. Nas regionais catarinenses (e outros lugares) onde fui não houve exceção, ou seja, não encontrei professor que tivesse uma proposta neste sentido, exceto alguns fragmentos que alguns colegas têm em algum software. Todos que participaram dos estudos sobre a inclusão do PC nas aulasd de matemática deram depoimento no sentido da nescessidade e de relativa simplicidade com a qual isto pode ser conseguido. Também percebi que nas regionais onde há professores de matemática nas chefias, houve uma compreensão/aceitação; mas a maioria das SDR ignorou o material. Me resta sugerir que conversem com as SDR que fizeram o estudo. Uma nova edição do livro fica vinculado ao interesse de novas SDR no assunto. (15/05/09)
Curso "Matemática no Computador" na SDR de Dionísio Cerqueira
terça-feira, 17 de março de 2009
Uniasselve/Famesul notícia
O professor Roque Jungblut esteve nos laboratórios de informática da FAMESUL, faculdade do grupo UNIASSELVI na quinta-feira (12) para ministrar o curso Matemática básica modelada e informatizada
para os professores da rede estadual de ensino da 12ª Gerência de Educação e Ensino (GERED) de Rio do Sul. O conteúdo do curso são os principais pontos de um livro escrito por ele em 2008 com a finalidade de mostrar que o computador pode ser um aliado de peso na hora de ensinar aos alunos matemática e física. De acordo com o professor Roque, o computador pode ser usado para as disciplinas desde o Ensino Fundamental - Séries Iniciais ao Ensino Médio como um recurso atraente que “estimula os alunos porque este é o universo do cotidiano dos jovens atualmente”.O curso Matemática básica modelada e informatizada foi dividido em duas etapas, a próxima será no dia 23 de abril com o apoio do Grupo UNIASSELVI/FAMESUL e realização da 12ª GERED de Rio do Sul. (texto elaborado pela GERED - Rio do Sul)
terça-feira, 10 de março de 2009
curso em Rio do Sul

No dia 12 de março de 2009 acontecerá um dia de estudos com os professores da área de matemática em Rio do Sul, promovido pela Gered da SDR de lá. O tema é a inclusão do computador nas aulas de matemática. O curso estará baseado no livro Matemática Básica - Modelada e Informatizada. Os professores da rede particular de Rio do Sul também participarão. O encontro será na sala de informática da Famesul. O dia será dirigido pelo autor do livro, prof Roque Jungblut, de São João do Oeste.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
planilhas eletr no blog - dificuldades
Nem todas as planilhas que vc pode ver no Link PLANILHAS estão em publicações, mas constam no CD que acompanha o meu livro. Uma planilha é proposta para alunos da 4 a 7 séries (Se...Então) e a outra fala das velocidades dos alunos de uma 8ª série, incluindo estatística, ciências (movimento), tipos de variáveis, agrupamento de dados ,gráficos, médias e conversões de unidades de medida. Os gráficos e os comentários não apareceram ou aparecem após a planilha com enumeração entre colchetes e isto é um autoajuste feito pelo próprio Blogger. Originalmente os comentários estão em Caixas de Comentários, visíveis e aqui no blog, o espaço dos comentários fica em branco.
Curso sobre Introdução à Educação Digital
O curso pretende mostrar aos professores o que pode ser explorado nos laboratórios de informática em favor do ensino. O curso se limita ao sistema operacional Linux (são apresentados os fundamentos dos programas do BrOffice.open: Writer, Calc e Impress) e prioriza os recursos da internet. Parece que a internet é o lado bom e forte do curso.
(Falando como professor de matemática) - Para a matemática, o curso tem pouco a oferecer. O último capítulo da apostila (e CD) mostra os fundamentos da planilha eletrônica do Calc - que seria de utilidade para a matemática. As sugestões são mínimas. Existem infinitas possibilidades somente no Calc ( e em muitos outros softwares acessíveis e disponíveis) que podem ser trabalhados pelos professores de matemática nas aulas do ensino básico. Convém dizer que o Excel (Office do sistema Window) é equivalente ao Calc em cerca de 90% (estimativa minha).
Para completar quero me referir novamente ao livro que compus oferecendo propostas de como tratar os conteúdos de matemática em sala de aula para que o computador possa ser incluído. O livro também privilegia modelagem matemática no ensino básico. O título do livro é Matemática Básica - Modelada e Informatizada, com CD complementar. Email rroquejungblut@yahoo.com.br
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
O pensador José Manuel Moran é especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância. Escreveu diversos livros sobre o assunto, matém um site na internet, além de um blog.
Quando Moran fala de inovação, ele pensa em metodologias, pensa na formação dos profissionais, pensa na clientela (estudantes) e, principalmente nas tecnologias (computadores, notebooks, celulares, blogs, flogs, ipodes) como recursos a serem utilizados nas atividades do ensino.
O meu comentário se restringe às propostas feitas pelo próprio Moran na questão por ele elaborada: Como utilizar as tecnologias na escola?
Ao ler os comentários, as recomendações, a relação dos recursos existentes na comunicação eletrônica aplicáveis e utilizáveis no ensino, a preocupação com o despreparo dos profissionais da educação com as novas tecnologias, etc ficam algumas evidências: 1º) Sabendo que os professores não dominam os dispositivos e os recursos computacionais, o que fazer para superar satisfatoriamente esta grande dificuldade? 2º) Como professor de matemática, percebo que esta disciplina está quase que “fora” dos recursos e benefícios da internet. O que o professor Moran apresenta e propõe não se aplica ou não levou em conta as especificidades dessa disciplina, principalmente em se tratando de ensino anterior ao universitário.
No entanto, é possível incluir o computador no ensino da matemática básica. As propostas existentes são poucas, salvo desconhecimento meu. Neste mesmo Blog você pode encontrar comentários maiores sobre esta questão.
Para os professores, os artigos do professor Moran são de alerta: o que existe e o que está por vir que deveria ser do conhecimento e do uso dos professores?
(seguem alguns recortes dos estudos do professor J.Manuel Moran)
Como utilizar as tecnologias na escola
http://www.eca.usp.br/prof/moran/utilizar.htm#_ftn5
O educador precisa aprender a equilibrar processos de organização Uma das dimensões fundamentais do ato de educar é ajudar a encontrar uma lógica dentro do caos de informaçõesCompreender é organizar, sistematizar, comparar, avaliar, contextualizar.Precisamos saber escolher aquilo que melhor atende ao aluno e o traz para uma contemporaneidade. É importante equilibrar organização e inovação; sistematização e superação.
Tecnologias para ajudar na pesquisa
A matéria prima da aprendizagem é a informação organizada, significativa: a informação transformada em conhecimento. As tecnologias nos ajudam a encontrar o que está consolidado e a organizar o que está confuso, caótico, disperso. Muitos se satisfazem com os primeiros resultados de uma pesquisa. Pensam que basta ler para compreender. Cada vez temos mais informação e não necessariamente mais conhecimento. Quanto mais fácil é achar o que queremos, mais tendemos a acomodar-nos na preguiça dos primeiros resultados, na leitura superficial de alguns tópicos, na dispersão das muitas janelas que abrimos simultaneamente.
Por isso é tão importante dominar ferramentas de busca da informação e saber interpretar o que se escolhe, adaptá-lo ao contexto pessoal e regional e situar cada informação dentro do universo de referências pessoais. Os professores podem ajudar os alunos incentivando-os a saber perguntar, a enfocar questões importantes, a ter critérios na escolha de sites, de avaliação de páginas, a comparar textos com visões diferentes.
A variedade de informações sobre qualquer assunto, num primeiro momento, fascina, mas, ao mesmo tempo, traz inúmeros novos problemas: O que pesquisar? O que vale a pena acessar? Como avaliar o que tem valor e o que deve ser descartado?. Essa facilidade costuma favorecer a preguiça do aluno, a busca do resultado pronto, fácil, imediato, chegando até à apropriação do texto do outro. Além da facilidade de “copiar e colar”, o aluno costuma ler só algumas frases mais importantes e algumas palavras selecionadas, dificilmente lê um texto completo.
É importante que alunos e professores levantem as principais questões relacionadas com a pesquisa: Qual é o objetivo da pesquisa e o nível de profundidade da pesquisa desejado? Quais são as “fontes confiáveis” para obter as informações? Como apresentar as informações pesquisadas e indicar as fontes de pesquisa nas referências bibliográficas? Como avaliar se a pesquisa foi realmente feita ou apenas copiada?Nilsen e Morkes propõem algumas características que uma página da WEB precisa apresentar para ser efetivamente lida e pesquisada: palavras-chave realçadas (links de hipertexto, tipo de fonte e cor funcionam como realce);
- sub-títulos pertinentes (e não "engraçadinhos");
- listas indexadas;
- uma informação por parágrafo (os usuários provavelmente pularão informações adicionais, caso não sejam atraídos pelas palavras iniciais de um parágrafo);
- estilo de pirâmide invertida, que principia pela conclusão;
Metade do número de palavras (ou menos) do que um texto convencional. A credibilidade é importante para os usuários da WEB, porque nem sempre se sabe quem está por trás das informações nem se a página pode ser digna de confiança. Pode-se aumentar a credibilidade através de gráficos de alta qualidade, de um texto correto e de links de hipertexto apropriados. É importante colocar links que conduzam a outros sites, que comprovem que há pesquisa por trás e que dêem sustentação para que os leitores possam checar as informações dadas.
Tecnologias para comunicação e publicação
Os alunos gostam de se comunicar pela Internet. As páginas de grupos na Internet permitem o envio de correio eletrônico e seu registro numa página WEB. Tem ferramentas de discussão on line (chat) e off-line (fórum). O chat ou outras formas de comunicação on-line são ferramentas muito apreciadas pelos alunos e bastante desvalorizadas pelos professores. Alega-se a dispersão (em geral, real)A escola, com as redes eletrônicas, abre-se para o mundoA escola sai do seu casulo, do seu mundinhoRecursos como o portfólio, em que os alunos organizam o que produzem e o colocam à disposição para consultas, é cada vez mais utilizado. Os blogs, fotologs e videologs são recursos muito interativos de publicação, com possibilidade de fácil atualização e de participação de terceiros. São páginas na Internet, fáceis de se desenvolver, e que permitem a participação de outras pessoas.
Os blogs, flogs (fotologs ou videologs) são utilizados mais pelos alunos do que pelos professores, principalmente como espaço de divulgação pessoal, de mostrar a identidade, onde se misturam narcisismo e exibicionismo. Blogs permitem a atualização constante da informação, pelo professor e pelos alunos, favorecem a construção de projetos e pesquisas individuais e em grupo, e a divulgação de trabalhos. Com a crescente utilização de imagens, sons e vídeos, os flogs têm tudo para explodir na educação e se integrarem com outras ferramentas tecnológicas de gestão pedagógicaOutro recurso popular na educação é a criação de arquivos digitais sonoros, programas de rádio na Internet ou PodCasts. (Através de um arquivo RSS os autores desses programas de rádio caseiros disponibilizam aos seus "ouvintes" possibilidade de ouvir ou baixar os novos "programas", utilizando softwares como o Ipodder é possível baixar os novos programas automaticamente, até mesmo sem precisar acessar o site do autor, podendo gravá-los depois em aparelhos de mp3, CDs ou DVDs e ouvir quando quiser).
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Como Incluir o computador nas suas aulas de matemática?
Para oferecer opções, propostas de como incluir o computador no ensino-aprendizagem da matemática (e em grande parte na física), compus um livro no começo de 2006. pude editá-lo somente no começo de 2008. Editei um CD para atualizar as tecnologias, principalmente as novidades trazidas pelo Calc, do sistema Liunux Educacional. O CD inclui trabalhos dos alunos. Em Santa Catarina, as regionais de educação receberam material de divulgação deste livro, entitulado Matemática Básica - Modelada e Informatizada. Algumas regionais adquiriram livros para as suas escolas e para os seus professores de Matemática e Física e promoveram horas de estudo do livro entre professores e o autor. Também fiz adaptações para a inclusão da informática nas escolas das séries iniciais. Algumas prefeituras promoveram estudos entre o o autor e seus professores.
O que é possível dizer? Muita coisa. Em primeiro lugar percebe-se que os professores da área de matemática e física do ensino básico desconhecem quaisquer propostas de inclusão do micro nas suas aulas, exceto as que envolvem textos, como biografia do um matemático, cientista... Segundo: como se explica que propostas viáveis, praticáveis, exeqüíveis não chegam ao professor? Sabemos que muito se teoriza pelo país e pelo mundo, mas a prática é pobre. Nos cursos que dei, os professores revelam a enorme angústia diante do abismo existente entre o que se pode fazer e o que se tem condições de fazer. A infraestrutura (recursos tecnológicos) sempre foram motivo de desculpa, mas hoje isso está praticamente superado.
Em outro comentário farei a apresentação do livro, em mais detalhes.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Fotografia de número 10^¹¹¹+1.

Matemática da sala de aula no micro.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Matemática de sala de aula levada para o computador
Proposta: Inclusão da tecnologia computacional, através de modelos, no ensino-aprendizagem da matemática básica (1º e 2º graus).
Edição e Composição: Textos, Atividades de Matemática Básica para Diferentes Softwares, Planilhas, Tabelas e Quadros. O livro contém 174 quadros (quase todos coloridos) exemplificando o uso e o manejo da matemática de sala de aula no micro. O livro é composto por 168 páginas e foi impresso pela Gráfica Editora Porto Novo de Itapiranga, Santa Catarina.
Gênese e Concepção do livro Matemática Básica – Modelada e Informatizada
Pela participação em cursos oferecidos para os professores de Ciências Exatas e Tecnologias; pela observação do que acontece nas escolas da minha região; pelas conversas com colegas... ficaram evidentes muitas deficiências quanto à inclusão do computador nas aulas de matemática. Algumas constatações:
1. As escolas que dispõem de informática, usam-na para digitar textos, escrever slogans, operar o básico da máquina e pesquisar, na internet, temas sugeridos em aula, como “iluminismo”, por exemplo.
2. Na prática do ensino-prendizagem da matemática, o computador é ignorado.
3. Grande parcela de professores de matemática, não tem uma proposta (ou noção) de como a informática poderia ser introduzida nos conteúdos.
4. A informática direcionada ao ensino-aprendizagem da matemática é praticamente inexistente nos livros didáticos da área.
5. Existe uma vasta literatura teórico-filosófica que destaca a relevância e a necessidade urgente da inclusão das tecnologias nas aulas, porém, de prático e aplicável, existe pouco.
6. Existe uma dificuldade notória em (i) criar uma situação-problema para os diferentes modelos-matemáticos bem como em (ii) estabelecer um modelo matemático para uma situação-problema.
O contexto acima descrito levou-me a compor um projeto que, acredito eu, ajudará na inclusão do computador no ensino-aprendizagem da matemática básica (e em conhecimentos afins). O que proponho é uma sistematização do que faço em sala de aula, como professor de matemática. Daí a convicção que a proposta é viável, em maior ou menor grau, dependendo da turma, dos recursos da escola, da carga horária disponível e, principalmente, do “querer fazer” do professor. Por que a modelagem matemática foi incluída neste projeto? Para aprender a usar o micro nas aulas de matemática, a modelagem matemática é dispensável, porém, acredito que modelos reais, concretos permitem “visualizar” o conteúdo da matemática. Em decorrência o estudante poderá ponderar e criticar os resultados. O recurso pedagógico modelagem da matemática básica é uma proposta em segundo plano, do livro.
O título “Matemática Básica – Modelada e Informatizada” indica a metodologia pedagógica e a abrangência do livro. Do muito que poderia ser proposto, selecionei atividades de modos que quase todos os conteúdos de matemática do ensino básico fossem contemplados. A abrangência dada aos conteúdos teve como parâmetro a grade curricular de 2 aulas/semana de matemática no Ensino Médio e conseqüente seleção de conteúdos. O livro foi feito pensando na realidade das escolas públicas de Ensino Básico. Próximo a 75% das atividades do livro são mostradas no Microsoft Excel, por dois motivos: 1) (o principal) a riqueza do próprio programa; 2) por ser o programa acessível ou existente (quase sempre, o único) nas escolas. Os demais softwares estudados no livro podem abrir novos horizontes para o professor. O pacote Linux Educacional, existente em algumas escolas, também recebe espaço no livro.

